Como todos meus amigos estão escrevendo sobre heterônimos, vou escrever sobre também, ainda mais porque sou fã do Fernandão o/ (Fernando Pessoa para os menos íntimos).
Heterônimos, não existem na verdade. Não fingimos ser alguém, nos simplesmente vivemos aquele alguém que fingimos ser. Meio complicado de entender, mas vamos por partes.
Se finjo ser frio, então sou frio, isso é uma parte de mim, um desejo oculto, uma parte não revelada, até mesmo uma mera curiosidade, mas saciada a curiosidade, o desejo de ser outro, você anexa essa experiência ao seu próprio ser. Sendo esse "anexo" uma experiência boa, que você viveu e quer continuar a viver, uma experiência ruim da qual você nunca mais vai querer passar, então nunca mais "fingirá" ser aquela pessoa, ou...sei lá, cada um com seus problemas!
Isso é o que acho, isso é o que penso e o que sinto, então, irei deixar uma mensagem de um possível heterônimo meu, aquele cujo nome é minha alcunha: Fake Angel.
" Nos somos cavaleiros, somos príncipes e princesas,
Somos tudos que queremos e não somos nada,
Somos simplesmente experimentos,
De uma mente cansada,
Da monotonia casual,
Somos tão frágeis, tão letal...
Somos você, e não somos...
Somos alguém, somos...ninguém "
Digressão: O Fake Angel precisa aprender a escrever =x
" Palavras de amor são escritas, lidas, para serem esquecidas, quem sabe vividas, se não, infinitas..."
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Coravão
Marionetes
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Essa é uma pequena reflexão, não há rimas, não há metricas, apenas uma idéia.
" Qual a definição de Ciência,
Se não algo que injetaram em você?
E por fios que tecem, te controlam,
Como um barco sem velas, e nem remos,
Diante do mar furioso.
Nomes, definições, milagres,
Meras coisas impostas, sublimes palavras...
...Para serem como Deus, intrariaveis.
Em nossa vida, em nosso mundo,
Onde está então,a liberdade?
Ela parece-me um anjo exilado,
Como o pôr do Sol atrás das montanhas,
Quem somos se não marionetes desse mundo?
O que fazemos se não seguir os fios que tecerem para nós?
Ah...poupe-me!
Quem disse que irei aceitar isso? "
By: Fake Angel
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Passáros
"Eles se divertem alegremente,
E eu com minha fome demente,
Que chega a ser doente...
Fome de passáros no ar,
Sem suas gélidas correntes,
Pendentes...
E sua dívida com o mundo,
É ser livre,
Invejo sua sina,
De apenas voar,
Invejo seu modo,
De apenas cantar,
E ainda assim, encantar."
By: Fake Angel
E eu com minha fome demente,
Que chega a ser doente...
Fome de passáros no ar,
Sem suas gélidas correntes,
Pendentes...
E sua dívida com o mundo,
É ser livre,
Invejo sua sina,
De apenas voar,
Invejo seu modo,
De apenas cantar,
E ainda assim, encantar."
By: Fake Angel
Noite
"Vejo aquele garoto,
Dormindo abraçado com seu ursinho,
Finjindo ser o amor,
E tuas lágrimas,
A dor.
E naquela noite fingia,
Sentir o seu odor,
Assim como o seu gostoso calor,
E assim espera...
Pelo seu grande amor. "
By: Fake Angel
A foto não tem muito nexo para aqueles que lêem o poema, mas a mim e a algumas pessoas ela tem nexo. O poema de alguma forma trata do amor, e eu sei o quanto disso depositei nesse urso, pode parecer loucura, mas dedico esse poema ao meu ursinho de pelúcia, pois ele já me viu inúmeras vezes reproduzindo os atos descritos nesse poema, dedico a você Yuki.
domingo, 28 de setembro de 2008
Vão

"Há tantas palavras,
Apenas desejo ouvir, encontrar, poucas...
Meu coração arranha,
As paredes vermelhas cobertas de aranhas,
Sentimento escondido,
Não me sinto ofendido,
Apenas perdido...
E você, tem se arrependido?
Estou regredindo...
Estou Ferido,
Mas não há perigo,
Apenas um amor perdido,
Um garoto recolhido,
Um paraíso proibido... "
By: Fake Angel
Evas, Rosas, Amor

"És tão venenosa assim?
Como o veneno de uma Eva?
És tão encantador quanto a beleza das rosas?
Ah Amor! Não me martirize mais...
Não deixe-me me envenenar em Evas,
Me hipnotizar em rosas,
Deixe-me...
Deixe-me igual ao frio que cobre nossos pés,
Deixe-me...
Ah Amor! Invejo-o por ser tão lindo,
Renego-o por ser tão duro,
Peco-o por ser tão bom...
Ah Amor! Quisera eu dominá-lo,
Quisera eu dita-lo,
Quisera eu...
Mas quem tu serias,
Sem o veneno de Eva,
Sem a beleza das rosas,
E a indomabilidade dos céus? "
By: Fake Angel
Seu olhar

" Como um olhar,
Feito a brilhar,
Sem se enganar,
Um amar...para eternamente amar,
Sem fraquejar.
E passo a cantar:
Me transmite a calma do mar,
Seu perfume, numa leve brisa do ar,
Me encanta, sempre ao me encontrar,
E teus olhos sempre a brilhar,
Seu sorriso, radiar.
E eu, pobre servo, sempre a te amar. "
By: Fake Angel
Infância
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Declaração

Dedico isso a mulher que amo atualmente, aquela que deixa-me nesse estado de felicidade tão grande. Sim Neka...esse poema é para você
" Isso é uma história a escrever,
Onde nos dois somos protagonistas,
Ainda há um longo caminho a trilhar,
Mas aqui está o pouco que já trilhamos,
Abriu a caixa feita pelo meu coração,
E não liberou males!
Liberou meus mais doces sentimentos,
Entrego-lhes a seus cuidados,
Assim como nosso história,
Que vejo o começo,
Mas não quero ver o fim,
Torço por termos páginas infinitas,
Torço para sempre escrevermos...
E como é preciso começar,
Deixo-lhe algo de inicio,
Uma declaração! Expressa não pela riqueza das palavras,
Nem pela estética,
Deixo-lhe uma declaração do ritmo das batidas,
Do meu coração...
Silenciosa, mas que certamente o seu irá entender,
Irá entender quando passar os olhos por esses versos,
Eu te amo, e isso é um começo, o meio, mas não o fim,
Porque a isso não há limites, não há caminhos,
Só o ressoar... para tocar o seu. "
By: Fake Angel(Neko)
For: Nanda (Neka)
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